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sexta-feira, 13 de maio de 2011

FASE FINAL DO PROJECTO “F1 in School”



A Escola Secundária Gabriel Pereira através da equipa “100 Pavor” foi apurada para a fase final do projecto “F1 in School”, a realizar no Porto, em Junho.


A equipa formada pelos alunos André Serrano, Diogo Maximino, Luís Santos e Nuno Caetano, obtiveram o 2º lugar na fase regional do referido projecto . Estes alunos ganharam ainda o prémio de distinção na categoria de “Patrocínio e Marketing”.

Esta fase realizou-se no dia 4 de Maio em Alcanena, no Pavilhão Multiusos. O evento foi organizado pelo CEVALOR e CTIC. O Projecto apresentado pelos alunos foi desenvolvido na Área de Projecto e acompanhado pela professora Luísa Guerreiro.

Conseguir mobilizar os alunos para actividades que os motivem para as temáticas da criatividade e de inovação é hoje um imperativo educacional. O “F1 in School” é um desafio global multidisciplinar para jovens estudantes. O seu objectivo principal é alterar a percepção da importância da engenharia, ciência e tecnologia, criando um ambiente de aprendizagem, divertido e empolgante, no qual estes alunos possam desenvolver uma perspectiva informada sobre diversas temáticas.


Trata-se de um projecto no qual os alunos empregam diversos tipos de software para conceberem, testarem e, posteriormente, competirem com outras equipas, colocando à prova as capacidades das suas miniaturas de automóveis de Fórmula 1 construídos em madeira balsa e propulsionados a CO2.


A equipa preparou um plano, concebendo a miniatura, desenhando e testando a resistência aerodinâmica da mesma num túnel de vento virtual através do Software de Dinâmica de Fluidos Computacional (CFD). De seguida, através do software 3D CAM, avaliou a estratégia de maquinação mais eficaz para a construção do automóvel.

Este tipo de projecto é hoje um desafio abrangente que permite aos participantes adquirir uma noção de trabalho numa indústria, em equipa, num contexto potenciador de uma visão positiva de diversas actividades.

Está de parabéns a escola e, sobretudo, os alunos pelo resultado obtido, e que este sirva para que um número crescente de jovens se empenhe em participar nestes Projectos.

In  http://www.diariodusul.com.pt/

quinta-feira, 31 de março de 2011

ESGP na Futurália

ESGP na Futurália

Decorreu de 16 a 19 de Março, a 4ª edição da Futurália, na FIL, Parque das Nações. Neste salão, que contou com a presença de 450 empresas e organismos públicos e privados, os visitantes encontraram uma vasta oferta de informação e oportunidades na área da educação, formação e empregabilidade que os ajudará a decidir o seu caminho académico e profissional.

A Futurália – Salão de Oferta Educativa, Formação e Empregabilidade, deu a conhecer a jovens estudantes (desde do 9º ano ao ensino universitário), recém-licenciados, pais e encarregados de educação, professores e outros profissionais da área, as opções de formação existentes a nível nacional e internacional.

A Escola Secundária Gabriel Pereira esteve representada pelo Curso Profissional Técnico de Manutenção Industrial – AERONAVES, a convite da DREA.

Durante os quatro dias de duração da Futurália, os alunos do 12ºJ, simularam actividades relacionadas com o seu curso







 
 
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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Simulacro de incêndio na ESGP com balanço "positivo"




Sexta, 04 Fevereiro 2011 10:50




Testar o Plano de Segurança Interno da Escola Secundária Gabriel Pereira (ESGP) foi o principal objectivo do simulacro de incêndio realizado ontem neste estabelecimento de ensino de Évora.



Catorze elementos dos Bombeiros Voluntários de Évora (BVE) responderam ao alerta emitido pela escola, chegando ao local em "dois ou três minutos". O cenário era o de um "incêndio" provocado por um curto-circuito numa sala de aula do maior pavilhão (A3), onde se encontravam dois alunos intoxicados, devido à inalação de fumo. Além do "socorro" às vítimas, foi necessário proceder previamente à evacuação de todo o espaço escolar.



                                       

No final das "operações", o director da ESGP, Ananias Quintano, disse que "o objectivo do simulacro foi preparar-nos para uma situação real", salientando que esta foi a primeira iniciativa do género depois das obras de requalificação realizadas recentemente.


                            

Este responsável considerou que "tudo correu dentro da normalidade", destacando que "os alunos saíram muito ordeiramente e, mais ou menos, dentro do tempo que esperávamos". De realçar que os alunos, embora soubessem da realização deste simulacro, não estavam informados da hora a que ia acontecer.


          
                                            

O adjunto do Comando dos BVE, João Caraça, também fez um "balanço positivo" do exercício, referindo que decorreu "de acordo com as nossas expectativas".

No entanto, frisou que "há sempre aspectos a melhorar", exemplificando com o facto "da saída dos alunos durante a evacuação ter sido feita pelo mesmo local por onde entraram os meios de socorro, o que numa situação a sério não deveria acontecer". João Caraça garantiu ainda que os Bombeiros de Évora estão "preparados" para situações reais desta natureza.

Além dos 14 homens envolvidos no exercício, estiveram no "campo" uma auto-escada, uma ambulância, um carro de combate a fogos urbanos e uma viatura médica de emergência e reanimação. O simulacro foi ainda acompanhado pelos elementos do Serviço Municipal de Protecção Civil.


Publicado em DIÁRIO DO SUL (http://www.diáriodosul.com/)

quinta-feira, 15 de julho de 2010

"Encontro de Gerações" na Escola Secundária Gabriel Pereira



A proximadamente duas centenas de antigos e actuais professores e funcionários da Escola Secundária Gabriel Pereira juntaram-se na passada sexta-feira, dia 9 de Junho, pelas 17h30m, para um "Encontro de Gerações". Num ambiente de convívio, a alegria maior vivida por estas pessoas foi matar saudades de muitos que não viam há tempos.



O director da escola, Ananias Quintano, salientou que não sendo nenhuma inauguração das obras de requalificação do estabelecimento de ensino, "é igualmente um momento importante por propiciar o reencontro de pessoas que trabalharam nesta escola há 20 ou 30 anos e que há muitos anos não se falavam".

A festa iniciou-se com o coro polifónico do Eborae Mvsica, seguido da projecção de um filme sobre a antiga escola, no auditório, depois fizeram uma visita pela escola requalificada e, por fim, participaram num churrasco para confraternização.

Segundo o director da escola, o intuito é fazer isto todos os finais de anos "porque pensamos que as pessoas nunca se desligam da escola. Nós percebemos que quando vêm a Évora, vêm à escola e pensamos que será interessante juntar todas estas pessoas que têm em comum, este espaço de ensino e formação", salientou, acrescentando que a escola não é só o edifício, "mas tudo o que está por trás, nomeadamente as pessoas".

Ananias Quintano frisou que esta ideia de organizar este encontro era já antiga "e logo que a escola entrou nesta fase de remodelação, pensei que no final de tudo isto, deveria juntar todo o pessoal que contribuiu para a edificação desta escola". Um estabelecimento de ensino que, na opinião do último director antes do 25 de Abril, Bernardo Pimentel tem sido reconhecida ao longo de todos estes anos, afirmando "estar no bom caminho".

Em declarações ao "Diário do Sul", este antigo responsável, revelou estar bastante satisfeito "com o convívio, recordando com saudade os tempos passados". "Após ter saído, afastei-me da escola fisicamente, mas fui sempre acompanhando o que ia acontecendo e sei que continuou a apostar na renovação e na realização de actividades culturais que a projectaram", sublinhou. Bernardo Pimentel disse recordar que no seu tempo, aquando da instalação da fábrica Siemens, a escola foi convidada a deslocar-se a Alemanha para fazer um estudo sobre as técnicas usadas e as fábricas, no sentido dos alunos terem formação para integrar o mercado de trabalho.





Memórias que foram reavivadas por todos os que participaram neste encontro, nomeadamente por Zelinda Rochinha que juntamente com o seu marido foram funcionários desta escola. "Entrei para aqui como funcionária em 1976 e saí daqui passados dez anos e fui também aluna aqui, à noite, onde fiz o curso geral de administração e comércio", afirmou. Instada sobre as recordações que tem deste espaço disse serem boas, "pois os meus filhos também aqui estudaram e o meu marido aposentou-se aqui". Agora, neste momento de reencontro mostrou estar muito feliz por ver e poder estar com amigos e colegas de longa data "na nossa escola que está muito diferente e muito simpática".


Diferenças que o director da escola quer evidenciar, tendo solicitado a todos os participantes neste evento para trazerem registos, entre fotos e outros documentos, que completem as lembranças deste estabelecimento de ensino para serem expostos "e para que todos possamos ‘ir mais longe’ na nossa passagem pela Gabriel Pereira".



In "DIÁRIO DO SUL" de 14 de Julho de 2010                                                                                      

Biblioteca Escolar Gabriel Pereira distinguida com prémio da Fundação Calouste Gulbenkian

A Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) divulgou no passado dia 15 de Junho a lista de projectos que irá financiar no ano lectivo de 2010-2011.


O projecto submetido pela Biblioteca da Escola Secundária Gabriel Pereira (BEGP), agora apoiado pela FCG, intitula-se "Mediando Mundos: entre livros e leitores". As actividades a desenvolver tem como objectivo principal a ampliação da comunidade de leitores que tem vindo a ser construída desde que a BEGP foi integrada da Rede de Biblioteca Escolares (RBE). O projecto "Literacias e Equipamentos Culturais para o Conhecimento", viabilizado com a integração na RBE no ano lectivo de 2007-2008, permitiu iniciar o processo de modernização da BEGP, em paralelo com a implementação de um programa visando a criação de uma comunidade de leitores.

É previsível que o apoio da FCG venha a permitir intensificar o esforço de actualização do fundo documental e contribuir para incrementar a dinamização da leitura na comunidade.

Para a concretização destes objectivos será determinante a consolidação de parcerias com instituições cujas boas práticas constituem uma referência: é o caso da Biblioteca Pública de Évora que é a entidade parceira no projecto "Mediando Mundos".

quarta-feira, 30 de junho de 2010

BREVE HISTÓRIA DA ESCOLA INDUSTRIAL E COMERCIAL DE ÉVORA

A Escola Secundária Gabriel Pereira de Évora teve a sua origem na Escola Industrial da Casa Pia de Évora, que foi fundada em 17 de Setembro de 1914 através do Decreto nº 875 do Ministério da Instrução Pública - Repartição de Instrução Industrial e Comercial, com os seguintes cursos:

1 - Elementar de Comércio
2 - Elementar de Agricultura
3 - Carpintaria ou Marcenaria
4 - Serralharia
5 - Alfaiataria ou Sapataria

A Escola funcionava no antigo edifício da Casa Pia de Évora - Colégio do Espírito Santo onde, mais tarde, se instalou a Universidade de Évora.
A Escola Industrial da Casa Pia de Évora foi transformada na Escola Industrial e Comercial Gabriel Pereira em 1919, através do Decreto nº 6286, de 19 de Dezembro de 1919. A Escola continuou a funcionar no antigo edifício da Casa Pia de Évora.
Em 1931, através do Decreto nº 20 420, de 20 de Outubro de 1931, foram criados os seguintes cursos:

1 - Carpintaria Civil
2 - Serralharia Civil
3 - Tapeçaria
4 - Costura e Bordados
5 - Curso de Comércio

Em 1948, através do Decreto-Lei nº 37028, de 25 de Agosto de 1948, a Escola Industrial e Comercial Gabriel Pereira passa a ser denominada Escola Industrial e Comercial de Évora. O mesmo Decreto-Lei nº37029 cria os seguintes cursos

1 - Ciclo Preparatório
2 - Formação de Serralheiros
3 - Formação de Montadores de Electricista
4 - Formação de Carpinteiro/Marceneiro
5 - Formação Feminina
6 - Geral de Comércio
7 - Secção Preparatória para os Institutos Industrial Comercial
8 - Especialização de Mecânica Agrícola
9 - Mestrança de Encarregados de Obras
10- Oficinas Anexas:
a) Tapeçaria
b) Olaria (em Viana do Alentejo)*

Em 1948, A Escola Industrial Médico Sousa, em Viana do Alentejo, é transformada em Oficina de Olaria na dependência da Escola Industrial e Comercial de Évora, através do Decreto-Lei nº 37029, de 25 de Agosto. Esta oficina de olaria é transformada no Ciclo Preparatório no ano lectivo de 1964-65, continuando na dependência da Escola Industrial e Comercial de Évora. No ano lectivo de 1968-69 o Ciclo Preparatório transformou-se na Escola Preparatória António José de Sousa, independente da Escola Industrial e Comercial de Évora.

No ano lectivo de 1951-52 a Escola industrial e Comercial de Évora passa a funcionar no Convento de Stª Clara, que fora para o efeito devidamente adaptado.
No ano lectivo de 1965-66 é criada a Secção da Escola em Reguengos de Monsaraz. No ano lectivo de 1970-71 esta Secção torna-se independente com o nome de Escola Industrial e Comercial de Reguengos de Monsaraz.

No ano lectivo de 1970-71 a Escola instala-se em edifício novo - o actual -, construído pela Direcção-Geral das Construções Escolares.