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domingo, 1 de janeiro de 2012

CALENDÁRIO PARA 2012

PARA QUE SE TENHA CONHECIMENTO DA DATA DO ALMOÇO-CONVIVIO DE 2012

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

BOAS FESTAS


A Direcção da Associação vem por este meio apresentar os desejos de BOAS FESTAS para si e toda a Família

sábado, 3 de dezembro de 2011

Alentejo - cultura e desporto

Alentejo com maior número de câmaras que mais investem em cultura e desporto


A região do Alentejo concentrava em 2010 o maior número de câmaras com uma proporção de despesa em cultura e desporto superior a 20%, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados fazem parte dos Anuários Estatísticos Regionais do INE, e colocam Viana do Alentejo como o município que mais investe em cultura e desporto e Carrazeda de Ansiães como o que menos emprega naquelas atividades.

De acordo com os anuários, em 2010 cerca de 8,9% do total de despesas correntes e de capital das câmaras municipais destinavam-se a atividades culturais e de desporto.

In DIÁRIO DO SUL- http://imprensaregional.com.pt/diáriodosul

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Curiosidades de Évora....




A nova Sé foi começada a construir no tempo do bispo D. Durando (1267-1283), talvez na década de oitenta, e foi aberta ao culto público em 1308, era então bispo de Évora, D. Fernando Martins. Tanto a primeira quanto a segunda sé, foram construídas num dos pontos mais altos da Cidade, junto ao castelo, daí que, no campo simbólico, Évora tenha de facto crescido à sombra do Castelo e da Sé.

Na toponímia a Sé era um ponto de referência, por exemplo: (Ladeira da Sé e Terreiro ou Largo da Sé) aparece nos cerca de 1541.

No entanto a Catedral determinaria um lugar central para onde os arruamentos existentes, certamente estreitos e tortuosos, pudessem convergir, originando um espaço de sociabilidade e encontro que certamente teria de reflectir na toponímia da cidade.

No sec: XIII, o centro da Cidade, passa a ligar-se por um arruamento, então designado por Sapataria, a um novo centro que, à época, começa a nascer: a Praça. Como elo de ligação entre estes dois centros, a Sapataria é, então, o grande eixo comercial da cidade. Até ao sec: XVI, a sapataria teve de forma significativa uma forte actividade económica na Urbe. Cito algumas: Rua dos Mercadores – a primeira das três que houve em Évora – (sec: XIV), Correaria Velha (sec: XIV), Rua das Especiarias (sec: XV), Rua da Ourivesaria (sec: XV).

Rua da Sapataria, Rua da Selaria (sec: XIV), até se fixar já no sec: XX na Rua 5 de Outubro.

A actual praça do Sertório, foi praça onde se vendia peixe.

A rua do Poço de Alconchel, mais conhecida por poço da Rua da Selaria e ficava ao lado esquerdo quando se sobe esta rua (a actual 5 de Outubro9, na esquina com a rua de Burgos. A rua do Poço de Alconchel passou a designar-se por Rua de Burgos, a partir do sec: XVII.

No exterior da Rua de Avis, há ainda vestígios do baluarte de S. Bartolomeu, onde se situava ermida de São Bartolomeu, em ruínas.

Mais abaixo deparamo-nos com o chafariz dos Leões. A sua construção parece remontar ao reinado de D. João II. Em 1572, Câmara, onde hoje está a agencia do Banco de Portugal, colocou-lhe alguns dos leões que, segundo a tradição referida por Túlio Espanca, estavam na fonte da Praça Grande, aquela que antecedeu a actual fonte Henriquina.

A forca ou picota manteve-se, durante a idade média, na Praça Grande, (actual Praça do Giraldo).

Forca que mais tarde viria a ser transferida para um ferragial junto à Porta de Avis

Publicada por bruno moleiro

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Évora




Évora

1. História


Os primeiros povos da Europa viviam em cavernas, não tinham estradas nem caminhos, não tinham roupas, cobriam-se com peles de alguns animais, não cultivavam os campos e colhiam os frutos que a terra dava. Não precisavam de trabalhar, contentavam-se com o que iam encontrando, como a carne de animais e peixes do rio e do mar. Para a caça, pesca e para se defenderem das feras usavam lanças e machados, que eram feitos de pedra, ossos e, mais tarde, de metal.

Desta união formaram-se diversas tribos pela Europa, sendo os Iberos os primeiros a ocupar a Península que acabou por ficar com o seu nome, Península Ibérica.

A Península Ibérica era uma terra cheia de riquezas. Havia ouro, prata e cobre que eles trocavam por tecidos.

Tendo um bom clima, terras férteis e cheias de valores, é natural que tivessem sido cobiçadas por outros povos como, por exemplo, os Celtas. Os Iberos não gostavam de gente estranha mas criaram amizades e formaram um só povo, os “Celtiberos”.

Os Celtiberos viviam separados em diversos grupos. Um dos grupos mais importantes para nós foram os Lusitanos, que viviam numa região chamada de Lusitânia, entre o rio Douro e o rio Guadiana; mas outros povos vieram até à Península Ibérica; Visigodos, Alanos, Suevos, Vândalos, Gregos, Fenícios, Vikings e Cartagineses.

Uma dura guerra persistia entre os Cartagineses e os Romanos, um povo que evoluiu tanto que ensinou os outros a construir estradas, pontes, muralhas, e a bem governar.

Como os Cartagineses vieram para a Península Ibérica, os Romanos perseguiram-nos e depois de os vencer, instalaram-se em quase toda a Península. Na sua enorme evolução, os Romanos acabaram por ficar com um Império enorme, o Império Romano do Ocidente e o Império Romano do Oriente, e dominaram a Europa, tendo perdido depois o Império devido à degradação moral e politica entre os seus governantes.

Por volta do ano 700 da nossa era um povo vindo de África, os Mouros, grandes guerreiros que derrotaram os Visigodos, conquistaram quase toda a Península Ibérica. Alguns Visigodos refugiaram-se nas montanhas a norte da Península e começaram a combater os Mouros com um chefe chamado Pelágio e obtiveram uma enorme vitória em Covadonga, dando origem ao Reino das Astúrias. Com o avançar do tempo, começaram a ganhar diversos reinos: Leão, Navarra, Aragão e Castela. Por essa ocasião, chegaram fidalgos Francos para ajudarem na luta. De entre eles vieram dois primos, D. Henrique e D. Raimundo que, mostrando uma coragem invulgar, deram origem a que o Rei de Leão, Afonso VI, os casasse com as suas filhas. D. Raimundo casou com Dª. Urraca e D. Henrique com a Dª. Teresa, tendo sido enviado para o Condado de Portucalense, junto ao rio Douro para o governar. Desta união nasceu um filho a quem deram o nome de Afonso Henriques que, ainda jovem, começou a comandar um exército e a lutar não só contra os Mouros mas também contra os Lioneses que queriam ocupar o Condado de Portucalense. Afonso Henriques, conde do Condado Portucalense, consegue conquistar aos Mouros as cidades de: Coimbra, Lisboa, Alcácer do Sal, Palmela, Sintra, ÉVORA, Beja, Moura, Serpa e Juromenha.

Os seus sucessores continuaram a grande luta e foi o seu bisneto, Afonso III, que faz a expulsão dos sarracenos do Algarve, com a ajuda dos cruzados. Mas foi o seu trisneto, D. Dinis, que usufruiu das vitórias de seus pais para, de acordo com o Rei de Castela, fazer a definição das fronteiras de PORTUGAL pelos rios: Minho, Douro, Tejo e Guadiana. O Rei de Castela achou o processo tão isento e exemplar que ofereceu a Portugal a região de Olivença, que ficou inserida no Concelho de Elvas.

Em verdade, o primeiro Rei de Portugal foi sua Majestade D. Dinis, porque os seus anteriores familiares não foram mais de que Condes do Condado Portucalense.

Évora é conhecida, em termos históricos, pelos vestígios da ocupação humana na cidade e nos arredores desde o período Paleolítico Superior, embora no Neolítico tivesse sido palco de grandes movimentações humanas testemunhadas por centenas de monumentos megalíticos – Antas, Cromeleques, Menires e a célebre gruta do Escoural, situada na antiga vida de Santiago do Escoural, no Concelho de Montemor-o-Novo. A cavidade subterrânea é constituída por perto de três dezenas de galerias com salas, corredores, rampas e pequenas câmaras. Revelou-se uma estação característica de arte rupestre do Paleolítico Superior e uma vasta necrópole. Contém 14 pinturas e 5 gravuras datadas do período compreendido entre 17.000 e 1.300 AC.

Actualmente, Évora é constituída por 14 freguesias e tem 50.540 hectares, sede de Concelho, comarca, arquidiocese e distrito. Encontra-se situada numa ampla colina de declives brandos a 150 metros de altitude, na margem direita do rio Xarrama, afluente do Sado.

Évora foi formada no ano 59 AC, pelo Imperador César Augusto, com o nome de “Liberalitas Julia” e, após a colonização Romana, foi ocupada pelos Muçulmanos durante cinco séculos. Foi tomada aos Mouros em 1159, mas eles recuperaram-na em 1161.

Era uma cidade populosa, defendida por um forte castelo e toda ela cercada por sólidas muralhas. O cavaleiro Geraldo Geraldes, – o “Sem-Pavor”, cuja nobreza de ânimo não se coadunava com a vida de fora-da-lei, para se reabilitar perante Afonso Henriques arquitectou um ardil coroado de êxito; apoderou-se da cidade em 1165 que, imediatamente, cedeu ao Conde do Condado de Portucalense. A linda cidade recebeu foral em 1166 e, desde Sancho I a D. Sebastião, nela viveram durante vários anos, diversos Reis de Portugal.

Considerada cidade-museu, são muitos e valiosos os seus monumentos.

Évora passou por três situações terríveis, primeiro com os Castelhanos na crise de 1383-1385 e, mais tarde, após a morte de D. Sebastião em Marrocos, com os Espanhóis a invadirem Portugal por terra e por mar e a nomearem Rei de Portugal – Filipe II de Espanha, I de Portugal. Foi um erro de direito pois quem devia ser nomeado Rei de Portugal era D. António Prior do Crato. Ambos eram netos do nosso Rei D. Manuel. O último descalabro que ocorreu na cidade foi em 1808 devido à primeira Invasão Francesa. Junot ao saber que em Évora se juntaram centenas de militares, incluindo Espanhóis, com o objectivo de marcharem sobre Lisboa, enviou o General Loison que tinha a alcunha do “Maneta”, e este conseguiu entrar pela porta de Beja, matando milhares de Eborenses, saqueando a cidade e incendiando-a.

Há 50-60 anos Évora era ainda uma cidade medieval. Os seus habitantes, em grande maioria moravam dentro das muralhas e só a partir de 1974 esta se transformou e se começou a modernizar, sendo hoje um centro histórico de grande gabarito. A instalação em Évora de uma Universidade, o dinamismo dos responsáveis pelo turismo e um sector industrial em crescimento, faz com que nos dias que correm, Évora seja mais dinâmica e prestigiada.

A sua população actual ronda os 50.000 habitantes.

1. Cultura

De todos os povos que invadiram Évora, salientamos os Romanos e os Mouros. Da colonização Romana, ficou o luxo das suas casas com saneamento básico, piscinas, mosaicos pitorescos, estradas e o ensino das artes bélicas e da disciplina. Como eram elitistas, distanciavam-se do povo, e até nem se cruzavam com as mulheres que por cá existiam. Em contrapartida, os Mouros, que na sua época foram o povo mais evoluído, trouxeram-nos as suas danças, cantares e o ensino da Filosofia, Matemática e Astrologia. Cordoba e Toledo possuíam as melhores bibliotecas do mundo. Isto transmitia uma enorme sede de saber. Confraternizavam com os povos ocupados, mas também se juntavam com as mulheres que cá viviam. A agricultura, mãe de todos os sucessos, foi imensamente desenvolvida, de tal forma que hoje ainda se regam as cultuas por alagamento e, no campo, ainda se encontram as noras e as cegonhas que serviam para obter água para os humanos, animais e também para as diversas culturas.

Em Évora existem ainda muitas raízes da cultura deixada pela presença de muitos dos Reis de Portugal assim como são inúmeros os monumentos identificativos da cultura Portuguesa em Évora e, por todos eles, a cidade é conhecida como uma Cidade Museu. Hoje, o centro Histórico é talvez uma das principais riquezas da cidade, tendo obtido a classificação pela UNESCO, em 25 de Novembro de 1986, de “Património da Humanidade”.

Passear na cidade velha é ver os monumentos, as suas ruas à moda romana, os largos e as praças com lindos jardins, fontes, pátios, ruas e becos estreitinhos, a casa Cordovil ainda com vestígios Árabes, etc.

Em Évora nasceram:

- Álvaro Pires de Évora, pintor afamado em Itália, na primeira metade do séc. XV, de tal modo que Vasari o refere na edição de 1580 de: Le vite de’ più eccelenti Pittori, Scultori e Architettori.

- Pedro de Évora, navegador Português do séc. XV.

- Regimento de Évora, guia náutico Português que se conserva na Biblioteca Pública e que foi impresso por Germão Galhardo em 1516.

É lógico que com o decorrer dos tempos tudo evoluiu e Évora não fugiu a essa realidade

quarta-feira, 22 de junho de 2011

ALENTEJO:" DITOS DO POVO "

ALENTEJO:" DITOS DO POVO "



Igrejinha

Trata-se de uma freguesia do concelho de Arraiolos.
Segundo alguns ditos: Igrejinha terra da ciência. Terra dos doutores; Coimbra do Alentejo; A professora até sabe ler....levam o avião às costas.
Diz-se que é a terra da ciência ou terra dos doutores porque um seu natural se teria formado em medicina.
Mas há quem lhe chame com ironia a Coimbra do Alentejo, porque por lá passou um doutor... Aliás, também se diz que...a ciência na igrejinha é tanta que a professora até sabe ler....

No Alto Alentejo, os habitantes de Vale do Peso (Concelho do Crato, Distrito de Portalegre) também são mimoseados com este dito.
Quanto ao levar o avião às costas, aconteceu que nos anos 40, uma avioneta, por razoes desconhecidas, fez uma aterragem de emergência num campo de cereais, no Monte dos Coelheiros, a escassos quilometros da vila – hoje em dia esse campo está transformado numa vinha. Quando foi colocado o problema da necessidade de deslocar a avioneta para a estrada, para efectuar a descolagem, o piloto teria sugerido a hipótese de se ir buscar um tractor, para a rebocar, mas os moradores entenderam que não era preciso: e, em conjunto, levaram a avioneta e depositaram-na na estrada.

Alguém diz que a avioneta aterrou ali no ano em que ele nasceu, 1941, ou “no ano do ciclone”.

Diz-se também que os igrejinhenses queriam fazer um campo de futebol, mas n tinham espaço suficiente. Então, alguém lembrou: - Não faz mal empurra-se a igreja (ou igrejinha) um pouco mais para lá. – e meteram mãos à obra, tiraram os casacos, puseram-nos no chão começaram a fazer força, empurrando o edifício. Tão entretidos estavam com a tarefa que passou um cigano outros dizem um maltês) e roubou-lhes os casacos. A certa altura, um deles olhou para ver se já tinham empurrado a igreja o suficiente, e então disse aos outros Eh, já chega não empurrem mais, que já nem sequer se vem os casacos” –

Os de Elvas, segundo ditos combinaram em desviar a Sé de Elvas, que estava a um canto, e queriam-na mais para o meio do largo. Ataram, um fio de lã à porta da igreja e foi o povo todo a puxar. Como o fio estendia, concluíram que o edifício se deslocava (...) reconheceu-se que a Sé tinha desandado, pois ficara debaixo dela o capote que um dos que puxava tinha tirado e posto ali para trabalhar mais à vontade. Há quem diga que foi um forasteiro que roubou o capote.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Escola Secundária de Gabriel Pereira





O projecto de intervenção reflecte as directrizes definidas pelo Programa de Modernização das Escolas do Ensino Secundário, bem como as novas exigências decorrentes do projecto educativo da escola, dos modelos de ensino-aprendizagem contemporâneos e dos actuais parâmetros de qualidade ambiental e de eficiência energética.

A par da melhoria das condições de uso, de gestão e de manutenção da escola, procedeu-se à reorganização do seu espaço global e à construção de três novos corpos, interligados com os existentes: um corpo central, posicionado longitudinalmente sobre a frente principal da escola e articulado com o antigo pavilhão polivalente definindo um pátio-praça, que acomoda os serviços administrativos, direcção, biblioteca, sala polivalente e espaço museológico, refeitório/bar, espaços destinados aos alunos, salas TIC e auditório de apoio; um corpo de apoio à educação física, preparado para a prática da esgrima e um corpo de recepção/portaria.

Os espaços exteriores, que incluem uma zona coberta sob o corpo central, foram redesenhados, permitindo melhorar as condições de acessibilidade, aumentar a área permeável e arborizada e regrar o estacionamento. Foi ainda criado um sistema de ventilação geral dos espaços por condutas enterradas com recurso a um sistema geotérmico permitindo o controlo térmico com consumos mínimos de energia.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

DESEJOS DE FELIZ NATAL


Quando nos encontramos a poucos dias de se comemorar mais um um Aniversário do Nascimento do Deus Menino e da Noite da Consoada que, este ano, num maior número de lares terá uma menor troca de ofertas ou brindes, quer em quantidade como em qualidade, devido à crise económica a nível Nacional e Mundial com reflexos nas tão conhecidas prendas do Menino Jesus ou do Pai Natal.

Este desagradável acontecimento que apesar de ser previsivel não foi levado em linha de conta que estava a tão curto prazo, originou que se fossem cometendo excessos nas mais diversas vertentes.

Neste contexto, sem esquecer que têm que se encontrar soluções para a necessária recuperação económica, esperamos que, pelo menos, sirva como reflexão para nos debruçarmos sobre o que é o Verdadeiro Natal; Se as Prendas ou a Festa da Família na Verdadeira Acepção da Palavra.

Assim e como o Natal é Esperança desejamos que a crise seja debelada o mais breve possível, para alegria de pequenos e graúdos, e que a Noite do Dia 24 seja vivida no Verdadeiro Ambiente de Natal em Paz, Amor e Generosidade, deixando para segundo plano a parte material do Mundo do consumismo, dando razão ao velho adágio popular que diz; " nem só de pão vive o homem ".

Por isso, com votos de Boas Festas e Feliz Natal, publicamos o postal de um presépio, o principal símbolo do nascimento de Jesus, desejando que sirva como união entre as pessoas e que a Sagrada Família que representa esteja sempre presente em todos os Lares


ARMANDO RIBEIRO


http://armandoribeirodiversos.blogs.sapo.pt