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quinta-feira, 28 de março de 2019
CARTÕES DE ALUNO
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quinta-feira, março 28, 2019
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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
HOMENAGEM
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segunda-feira, fevereiro 26, 2018
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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
INFORMAÇÃO
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quinta-feira, fevereiro 15, 2018
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quarta-feira, 17 de maio de 2017
MEMÓRIAS
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quarta-feira, maio 17, 2017
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domingo, 1 de janeiro de 2017
FELIZ ANO NOVO
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domingo, janeiro 01, 2017
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quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Obelisco aos Mortos em Combate no Ultramar
Nos finaisdos anos 60 principios dos anos 70 foi concebido e construído obelisco, que foi depois erigido no "Jardim das Canas" hoje Praça Joaquim António de Aguir e fronteiro ao Teatro Garcia de Resende.
Com o 25 de Abril, foi tido como fasacista e apeado do local e guardado no Canil Municipal, onde esteve alguns anos. Depois de várias publicações em jornais da cidade e por atenção do Comandante da Região Militar da altura, presidente da Camara Municipal e outras entidades, foi o mesmo de novo regigido, agora no Largo dos Castelos e fronteiro ao que até há pouco tempo foi o Regimento de Infantaria 16, hoje Comando de Instrução e Doutrina do Exercito
No passado dia 20 de Setembro pelas 11 horas a Direção do Nucleo de Évora da Liga dos Combatentes levou a efeito cerimónia de homenagem AOS MORTOS EM COMBATE NO ULTRAMAR DO CONCELHO DE ÉVORA, com o descerrar de uma lápide onde consta o POSTO E NOME dos militares falecidos.
Estiveram presentes várias entidades civis e militares, bem como alguns familiares dos militares que se homenagearam e que ficaram lembrados para sempre.
A nossa Associação fes-se representar por elemntos da Direcção.
MEMORIAL AOS MILITARES DO CONCELHO DE ÉVORA FALECIDOS NO ULTRAMAR
ANGOLA
Brás Francisco Dordio Rabadão ...................... Soldado ................ 22.02.63
Fernando António Paulo Morais ........................ Soldado ................ 18.04.63
Francisco Manuel Grou Lopes ........................... 1º Cabo ................ 18.05.75
Inocêncio João A Santos Varela ......................... 1º Cabo ................ 06.08.74
Jesuíno Joaquim Coelho ..................................... Soldado ................ 14.03.64
João Andrelino Valeroano Cebola ...................... 1º Cabo ................ 09.09.63
João Manuel Tinim Rebimba .............................. Soldado ............... 24.09.70
José Bernardino Piteira Rosado .......................... Capitão ................. 07.11.68
José Correia ......................................................... 1º Cabo ................ 02.07.62
José Joaquim Peixe de Oliveira ........................... 1º Cabo ................ 11.01.75
José Joaquim Vicente Nobre ............................... Furriel .................. 21.01.70
Manuel José Empadinhas Cágado ....................... Alferes Mil .......... 05.01.68
GUINÉ
Álvaro Nuno Florentino Condeço ....................... Furriel .................. 24.12.66
Andrelino José Abreu Nobre ............................... 1º Cabo ................ 05.01.68
António Augusto dos Santos Simão .................... Soldado ................ 28.08.68
António Manuel Cabeçana .................................. Soldado ................ 07.10.67
Carlos Alberto Potes Torres Vaz Freire ............... Furriel .................. 05.03.72
Daniel Francisco dos Santos ................................ Soldado ................ 03.01.66
Francisco Manuel Baptista Galiano ..................... Furriel .................. 27.10.73
José Manuel Ferreira Pais Peixoto ....................... 1ºGrumete ........... 30.03.70
Manuel António Poeiras ....................................... 1º Cabo ............... 27.08.67
Manuel Bento Ilhéu Domingos ............................ Furriel .................. 20.04.67
Rodrigo Joaquim Vaquinhas ................................ Soldado ................ 04.03.74
MOÇAMBIQUE
Cristóvão José Gonçalves Cruz ........................... Soldado ................. 20.06.72
João António Mira Rebocho ................................ Soldado ................. 24.12.71
Mauricio José Gomes da Silva ............................. Soldado ................. 06.11.65
Miguel José da Silveira Moreno ........................... Alferes .................. 24.09.72
Fotos e relação de nomes cedidas pelo Nucleo de Évora da Liga dos Combatentes
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quinta-feira, setembro 24, 2015
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sexta-feira, 1 de maio de 2015
DIA MUNDIAL DO LIVRO
Dia Mundial do Livro
Fase Distrital do Concurso Nacional de Leitura
Este concurso tem como princípio geral orientador o prazer de ler e definiu como objetivo estimular nos concorrentes o gosto pela leitura e o contacto com os livros.
As alunas Helena Eustáquio e Mihaela Sandu (8º A) e o aluno Rui Vieira (9ºD) representaram o terceiro ciclo do Agrupamento de Escolas nº 2 de Évora. O aluno Rui Vieira terminou a prova em terceiro lugar.
Os nossos alunos estão de parabéns, assim como todos os que acompanham estes alunos: a família e os professores.
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sexta-feira, maio 01, 2015
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quinta-feira, 26 de março de 2015
CAMPEONATO NACIONAL JOGOS MATEMÁTICOS
11º CAMPEONATO NACIONAL
JOGOS MATEMÁTICOS
O nosso agrupamento participou
no 11º Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos com 15 alunos de 1º ciclo, 3 de
2º ciclo, 3 de 3º ciclo e 3 do ensino secundário. Destes 24 alunos, 5
apuraram-se para a fase final, o que representa um grande feito digno de nota.
Mas, as surpresas viriam depois…
No 1º ciclo, a Inês Riço
(Chafariz D´el Rei) foi quinta classificada na final no Rastros.
No 2º ciclo, o João Vieira (6ºC)
foi vice-campeão na final no Rastros.
No 3º ciclo, o Rui Vieira (9ºD)
foi campeão nacional no Rastros e o Francisco Pinto (9ºC) foi quinto no
Produto.
No
secundário, o Raul Sarkar (11ºC) foi campeão nacional no Avanço.
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quinta-feira, março 26, 2015
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Pelas noites d’Évora
Pelas noites d’Évora
os
Vagabundos do Ritmo
Foi há cinquenta anos… Mas o diálogo
aconteceu outro dia…
- «Não, não credito que existisse na
sua cidade um “conjunto musical” com atrevimento suficiente para tocar o rock
and rol! Esvis Presley, Little Richard,
The Shadows, Gene Vincent? Não, meu amigo, isso era impossível! Você sempre
conta cada história…».
- «[…].».
Já não recordo qual a resposta que dei
ao incrédulo. Mas fiquei agastado… Fiquei mesmo muito agastado! Por isso
escrevi este texto que é, além da memória juvenil de uma geração de eborenses,
uma rendida homenagem ao «conjunto musical», como eles
próprios se intitulavam, «Vagabundos do Ritmo»!
Há sessenta ou cinquenta anos, a
música ligeira que se ouvia nesta cidade era transmitida pela «Emissora
Nacional» (EN) ou «Rádio Clube Português» (RCP). Por um lado, ouvia-se quase
exclusivamente as canções dos «Serões para Trabalhadores», na EN em directo (organizados
pela FNAT*) ou, em selecção pouco mais alargada, a música ligeira selecionada no
RCP. Assim afirmava o meu interlocutor… Não insisti na demonstração da
informação errada que exibia. – Está visto, não conheceu os «Vagabundos
do Ritmo»! …
Lembro-me muito bem deles, há 50
atrás, nas tardes e noites de sábado (matinée e soirée). Com eles, os
jovens da granítica cidade conheceram o ritmo e o som alegre da música do seu
tempo, estafado de hinos “nacionalistas” e fardas, fatos e gravatas… Os «Vagabundos
do Ritmo», cheios de espírito de iniciativa e engenhosos recursos,
devem ter salvo do desespero mais de uma vez os jovens contaminados pelo tédio
branco e desbotado da urbe, de gentes de cerviz dobrada e marrafa ao lado,
aborregada no redil do “parece bem/parece mal”. Salvaram do tédio os que não
tinham recursos para adquirir um gira-discos nem um 45 rotações…
Salvaram do tédio, da modorra
provinciana, dizia, entre dois concertos… Perdão, quero dizer entre dois bailes
(nesse tempo não havia concertos com “bandas” do género), se bem me lembro a
tocar Just Walking in The Rain (Johnnie Ray), Only You (The Platters), Blue
Suede Shoes (Elvis Presley), Wen a Man Lovers a Woman (Percy
Stedge), Stand By Me (Bem E. King), e num registo mais latino e
romântico, Por un Flirt (M. Delpech/Vincent), Capri C’est Fini, Intarella
di Luna (Domenico Modugno) às vezes a fechar a soirée, Il
Silenzo, tocado com a mestria possível no luzidio trompete de Luís
Monginho…
Devo ser mais exacto… Para além dos
pares de dançarinos, dos praticantes do “namoro-dançante” (tangos, valsas,
rumbas, swing’s, etc.), havia então um grupo de jovens, amigos ou simples
admiradores da música interpretada pelos «Vagabundos do Ritmo». que seguia o
«conjunto musical» até aos locais onde havia baile sábado à noite (Juventude,
Sociedade
Joaquim António de Aguiar, Harmonia, etc.), com o único
objectivo de ouvirem as composições executadas pelo «conjunto musical» e,
assim, sem talvez se aperceberem, esses jovens “montavam” um verdadeiro
concerto de música dos anos 60, à revelia das direcções das “sociedades
recreativas” (em geral quarentões conservadores e boçais)!
Grupo de jovens que ignorava a presença
positiva da sala de baile. Grupo que ignorava os pares grudados, de olhos
semi-cerrados, aborregados a pobre êxtase…
Grupo de jovens que ali se conservavam apenas
para ouvir, a um canto da sala, a música produzida por Luís Manuel Monginho,
António Carlos Monginho, António Rosa Correia, Adílio Tirapicos e Francisco
Bolas… «Os Vagabundos do Ritmo» !
Tempos “heroicos”, em que o «conjunto musical»
levava por um baile 1.400$00 escudos, por dois bailes (sexta e sábado) 2.500$00,
correndo as despesas de deslocação por conta destes rockers de fim-de-semana.
Os «Vagabundos
do Ritmo», com excepção de Adílio Tirapicos (“mestre” barbeiro) foram
todos alunos da Escola Industrial e Comercial «Gabriel Pereira», portanto,
músicos amadores que, como muitos outros jovens empregados, só com a
persistência típica do verdadeiro self made man, utilizando as horas
de lazer após o trabalho, para ensaiarem e, assim, adquirir a mestria que a
todos nós extasiava… Além da música, por isto também muito nos identificavam os
«Vagabundos
do Ritmo»!
De alguma forma a eles se fica a dever,
numa cidade traumatizada pelo conservadorismo ambiente e por uma ruralidade
latifundiária opressora, a difícil renovação das mentalidades jovens e sua
adaptação ao mundo urbano, alegre e cheio de esperança, ao som do rock
and rol!
Ah!, meus amigos destroçados pela vida
ou para sempre adormecidos no grande silêncio, quem nos dera numa dessas noites
de sábado, a ouvir as vossas interpretações do Paul Anka ou dos Chats
Sauvages… Escutar, sobre o ardor exaltado da pista de dança (que não
nos interessava muito) o vosso ingénuo e improvisado “concerto”… Et
Maintenant… Nel Blu Di Pinto Di Blu!...
Quem nos dera uma gloriosa soirée
com os «Vagabundos do Ritmo», para uma derradeira vez vibrarmos com o Let’s
twist again!
---------------------------
*FNAT:
organismo corporativo do “Estado Novo” decalcado da panóplia organizativa do
fascismo italiano, na versão lusitana intitulado «Fundação Nacional para a
Alegria no Trabalho».
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sexta-feira, fevereiro 13, 2015
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Recordando ...
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quarta-feira, dezembro 03, 2014
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domingo, 22 de dezembro de 2013
FELIZ NATAL
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quarta-feira, 16 de outubro de 2013
PASTEIS DE SANTA CLARA - ÉVORA
Alfitetes de Santa Clara
Um arrátel de
amêndoas sem casca, um arrátel de grão de bico. Arrátel e meio de açúcar
branco, uma colher de sopa cheia de manteiga de vaca e 6 gemas de ovos e
canela. Põe-se de véspera o grão de molho; no dia seguinte, antes de o cozer
descasca-se, depois coze-se ou se passa por um ralador de batata ou se pisa num
gral. Toma-se das fartes deita-se em uma tigela. Toma-se em seguida a amêndoa e
escalda-se para lhe tirar a pele. Depois corta-se em bocados pequenos com uma
faca. Deita-se em um gral mui limpo e pisa-se, tendo o cuidado de ir deitando e
um gral colherzinhas de água, para que a amêndoa não se faça em óleo; depois de
bem esmagada, deita-se na mesma tigela onde tomas o grão; em seguida, leva-se
ao lume dentro de uma gamela o açúcar a que se junta uma pequena porção de água
pura para poder ferver. Quando estiver em um ponto não mui alvo ponto de pasta,
deitam-se dentro as massas já pisadas, o grão e amêndoa, a manteiga e um bocadilho
de canela em pó. Ferve-se tudo um pouco. Tira-se para fora do lume para se lhe
ajuntarem as gemas bem batidas, mexendo para que fique tudo envolvido por
igual. Volta ao lume, levanta a fervura e, se vê que a está massa pouco
consistente, ajunta-se algumas colheradas a pouco e pouco de miolo de pão
ralado. Não se deve deixar ficar mui vasto, porque quando esfria torna-se
sólido. Está pronto.
Fazer os pastéis:
Com uma porção
da dita farinha amassa-se e em estando pronta a "empegar-se" (sic.)
qualquer forma (ilegível) massa tenra" (sic.). Passemos a fazer os
pasteis. Estende-se um pouco de massa com um rolo, deixando o mais delgado
possível. Em seguida deita-lhes em cima colheres de recheio e dobra-se a massa
por cima fazendo os pastéis e recortando com uma carretilha fritam-se em banha
para poderem crescer e polvilham-se com açúcar fresco fino.
Alfitete - migalha, bocadinho, bolinhas de massa de
farinha e mel, cozidas com vapor e água a ferver.
Arrátel - antiga medida de peso, equivalente a 459
gramas.
Covilhetes - vaso pequeno de barro de figura
côncava em que se costumam por doces. Também há covilhetes de metal, que são
formas em que se fazem pastéis.
Fartes - bolos que levam o nome de fartes.
Gral - derivado do francês antiquado, graal,
que queria dizer vaso de barro, mas em Portugal significava vaso de páu, em que
se pisam adubos e vários ingredientes.
Púcaro - vaso a modo de taça em que se bebe. Em alguns
dicionários se acha por púcaro uma espécie de jarra ou quarta em que se deita
água.
Chila - abóbora pequena com a qual se faz doce.
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quarta-feira, outubro 16, 2013
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terça-feira, 24 de setembro de 2013
O Alcaide!
O
Alcaide!
(história de proveito e exemplo)
(história de proveito e exemplo)
Joaquim Palminha Silva
(um conto por semana)
Era uma vez Évora, na primeira metade do século XVII… Como nas histórias antigas de «proveito e exemplo», que hoje tanto nos faltam…
Como seria a cidade nesta época? Sabemos que era populoso centro, «urbe» invejosa a engalfinhar-se com a soberba Lisboa, repleta de vaidade por ter a sua própria Universidade e, além do mais, ter sido a primeira a dar o “grito do Ipiranga!”, em 1637… Ao mesmo tempo que se orgulhava de possuir, na Porta da Moura, pelo menos desde 1557, o palácio dos poderosos duques de Bragança que, já nessa época, sofria grandes obras de transformação e acrescentamento, sobressaindo o templo, na ilharga norte, de que nos resta hoje, como pormenor curioso, o portal figurativo, menos tosco que a «Porta do Nó», no paço de Vila Viçosa…
Enfim,
toda a casta de gente vinha aqui parar: - Padres jesuítas professores na
Universidade, frades de várias Ordens, fâmulos de bispos, universitários
irrequietos e, às vezes, já passando as marcas, violentos por uma pá velha,
soldadesca e lacaios de fidalgos, amigas e “primas” de espadachins dos Terços
(corpos de Infantaria nos séculos XVI e XVII), fanfarrões, gente de
variadíssimos mesteres, além vivandeiras do Exército, bem como pobreza e
indigência piramidal!
Foi, pois, num ambiente de desarranjo e decadência de capa rota e espada romba, que se tornou famoso o Alcaide eborense, Luís Roiz Matoso, de quem se contam muitas histórias… Eis, pois, em meu entender, a mais pitoresca…
Foi, pois, num ambiente de desarranjo e decadência de capa rota e espada romba, que se tornou famoso o Alcaide eborense, Luís Roiz Matoso, de quem se contam muitas histórias… Eis, pois, em meu entender, a mais pitoresca…

Aclamado D. João IV, nem por isso Évora sossegou mais.
Se Elvas era o centro coordenador das operações militares de defesa do Reino, Évora, por seu turno, era o arsenal, o centro administrativo, o armazém de víveres, o centro de instrução militar, a oficina de reparações de armas de fogo (ligeiras e pesadas) e, é claro, sede de grande número de casas nobres e local de estadia, mais ou menos prolongada, de Sua Majestade, o Rei D. João IV.
Durante muito tempo a «urbe» viu ruas e vielas povoadas de padres jesuítas que pregavam Jesus Cristo e o patriotismo, a malha urbana cheia de soldadesca e artífices, mulheres de vida airada, voluntários e mercenários, destacamentos militares dos aliados (franceses, holandeses e flamengos). E a ordem pública, o cumprimento da Lei no meio desta fauna heterogénea, não nos dirão? – Ora adeus! Para toda essa “Babilónia” Évora tinha um Alcaide… Diga-se, tinha um paradigmático Alcaide, de que já se ouviu falar: - Luís Roiz Matoso!
O certo é que a cidade albergava gente insofrida, pessoas de arreganho que brigavam por tudo e nada. Multiplicavam-se as desordens, bem como toda a escala de violências e assassinatos. Houve, por conseguinte, que adoptar disposições severas, por ordem de El-Rei.
Se Elvas era o centro coordenador das operações militares de defesa do Reino, Évora, por seu turno, era o arsenal, o centro administrativo, o armazém de víveres, o centro de instrução militar, a oficina de reparações de armas de fogo (ligeiras e pesadas) e, é claro, sede de grande número de casas nobres e local de estadia, mais ou menos prolongada, de Sua Majestade, o Rei D. João IV.
Durante muito tempo a «urbe» viu ruas e vielas povoadas de padres jesuítas que pregavam Jesus Cristo e o patriotismo, a malha urbana cheia de soldadesca e artífices, mulheres de vida airada, voluntários e mercenários, destacamentos militares dos aliados (franceses, holandeses e flamengos). E a ordem pública, o cumprimento da Lei no meio desta fauna heterogénea, não nos dirão? – Ora adeus! Para toda essa “Babilónia” Évora tinha um Alcaide… Diga-se, tinha um paradigmático Alcaide, de que já se ouviu falar: - Luís Roiz Matoso!
O certo é que a cidade albergava gente insofrida, pessoas de arreganho que brigavam por tudo e nada. Multiplicavam-se as desordens, bem como toda a escala de violências e assassinatos. Houve, por conseguinte, que adoptar disposições severas, por ordem de El-Rei.

Parece
que D. João IV, alojado no que fora o Paço dos Condes de Basto, mandou
desentaipar uma escada secreta que dava para os fossos do palácio, de forma que
a “horas mortas”, depois de tocar o sino de correr, pendurado nos açougues
municipais (então instalados no templo romano), de espada na bainha e embuçado
na rica capa, pudesse sair à cidade a fiscalizar por sua conta e risco como
“iam as coisas”… Parece que seria esse o objectivo dos passeios nocturnos e
secretos de D. João IV pelas ruas e travessas da «urbe» … Pelo menos os
registos querem que acreditemos nisso…
Uma noite, o Rei encontrou o meirinho (magistrado judicial, oficial de diligências) Lopo Tavares e sua gente de ronda, numa viela do bairro de S. Mamede. Trocaram-se as palavras impostas pela situação e, às tantas, o meirinho pediu ao embuçado que se identificasse e descobrisse o rosto. O embuçado, altivo até mais não, recusou. Vai daí, o meirinho deu-lhe voz de prisão! Porém, em surdina, D. João IV pediu-lhe que mandasse afastar os homens da ronda, insinuando-lhe aos ouvidos «um caso discreto de alcova» (verdade ou mentira?), ao mesmo tempo que deixava escorregar para as mãos de Lopo Tavares uma bolsa de moedas doiradas… E seguiu o caminho em paz…
Quanto tempo poderia o Rei continuar esta cabra-cega com as autoridades locais? Já iremos ver…
Nessa mesma noite, talvez de regresso ao Paço dos Condes de Basto, quando passava ao arco de D. Isabel, o Rei deu de caras com Luís Roiz Matoso. Repetiu-se o mesmo teatro: - O embuçado recusou identificar-se e, atrevido, ofereceu uma bolsa de moedas, para que o Alcaide o deixasse seguir caminho. No entanto, desta vez, a iniciativa tornou mais crítica a situação… Apesar de estar só, o surpreendido Alcaide deu voz de prisão ao embuçado! Este último ameaçou e, súbito, arrancou a espada da bainha! O Alcaide saltou para o lado, protegendo-se da estocada que, de resto, denunciava espadachim de pouca habilidade. Soltou a capa e empunhou por sua vez a espada e, com temerário arrojo e destreza, sem o ferir, desarmou o embuçado…
O Rei entendeu que lhe cumpria saber até onde poderia ir o ânimo de Luís Roiz Matoso e, assim, deixou-se prender, mas sempre escondendo o rosto. O Alcaide pegou no braço do prevaricador com mão de ferro, e os dois romperam marcha até à Cadeia, na Praça Grande, ao lado dos Paços do Concelho.
À porta da Cadeia, D. João IV apercebeu-se que era inútil contar com a indulgência do Alcaide, constatando que já bastava de testar o exercício do dever por este oficial de Justiça. Então, num gesto decidido, tirou o chapeirão emplumado, descobriu o rosto e atirou com a capa para trás das costas, dando-se finalmente a conhecer!
O Alcaide, homem habituado a ver toda a casta de aberrações numa cidade tão desassossegada, com o ar mais calmo deste mundo, após fazer ao Monarca a vénia da praxe de joelho em terra, limitou-se a dizer: «Cumpri as ordens de Vossa Majestade»!
No dia seguinte, o meirinho e o Alcaide foram chamados ao Paço do Conde de Basto, à presença de El-Rei! – Lopo Tavares, o meirinho que tanto apeteceu o saco de moedas, foi demitido de imediato, e apontado aos presentes como um mau servidor da causa de El-Rei! Luís Roiz Matoso, o Alcaide, viu e ouviu D. João IV fazer-lhe o elogio público, confirmando-lhe a posse do cargo…
Como nos antigos contos de «proveito e exemplo», sempre digo aos leitores que, com o escudo de honra destes portugueses, a cidade de Évora era então «urbe» segura de Portugal, onde havia homens de rija têmpera, que aborreciam a subserviência e a corrupção.
Uma noite, o Rei encontrou o meirinho (magistrado judicial, oficial de diligências) Lopo Tavares e sua gente de ronda, numa viela do bairro de S. Mamede. Trocaram-se as palavras impostas pela situação e, às tantas, o meirinho pediu ao embuçado que se identificasse e descobrisse o rosto. O embuçado, altivo até mais não, recusou. Vai daí, o meirinho deu-lhe voz de prisão! Porém, em surdina, D. João IV pediu-lhe que mandasse afastar os homens da ronda, insinuando-lhe aos ouvidos «um caso discreto de alcova» (verdade ou mentira?), ao mesmo tempo que deixava escorregar para as mãos de Lopo Tavares uma bolsa de moedas doiradas… E seguiu o caminho em paz…
Quanto tempo poderia o Rei continuar esta cabra-cega com as autoridades locais? Já iremos ver…
Nessa mesma noite, talvez de regresso ao Paço dos Condes de Basto, quando passava ao arco de D. Isabel, o Rei deu de caras com Luís Roiz Matoso. Repetiu-se o mesmo teatro: - O embuçado recusou identificar-se e, atrevido, ofereceu uma bolsa de moedas, para que o Alcaide o deixasse seguir caminho. No entanto, desta vez, a iniciativa tornou mais crítica a situação… Apesar de estar só, o surpreendido Alcaide deu voz de prisão ao embuçado! Este último ameaçou e, súbito, arrancou a espada da bainha! O Alcaide saltou para o lado, protegendo-se da estocada que, de resto, denunciava espadachim de pouca habilidade. Soltou a capa e empunhou por sua vez a espada e, com temerário arrojo e destreza, sem o ferir, desarmou o embuçado…
O Rei entendeu que lhe cumpria saber até onde poderia ir o ânimo de Luís Roiz Matoso e, assim, deixou-se prender, mas sempre escondendo o rosto. O Alcaide pegou no braço do prevaricador com mão de ferro, e os dois romperam marcha até à Cadeia, na Praça Grande, ao lado dos Paços do Concelho.
À porta da Cadeia, D. João IV apercebeu-se que era inútil contar com a indulgência do Alcaide, constatando que já bastava de testar o exercício do dever por este oficial de Justiça. Então, num gesto decidido, tirou o chapeirão emplumado, descobriu o rosto e atirou com a capa para trás das costas, dando-se finalmente a conhecer!
O Alcaide, homem habituado a ver toda a casta de aberrações numa cidade tão desassossegada, com o ar mais calmo deste mundo, após fazer ao Monarca a vénia da praxe de joelho em terra, limitou-se a dizer: «Cumpri as ordens de Vossa Majestade»!
No dia seguinte, o meirinho e o Alcaide foram chamados ao Paço do Conde de Basto, à presença de El-Rei! – Lopo Tavares, o meirinho que tanto apeteceu o saco de moedas, foi demitido de imediato, e apontado aos presentes como um mau servidor da causa de El-Rei! Luís Roiz Matoso, o Alcaide, viu e ouviu D. João IV fazer-lhe o elogio público, confirmando-lhe a posse do cargo…
Como nos antigos contos de «proveito e exemplo», sempre digo aos leitores que, com o escudo de honra destes portugueses, a cidade de Évora era então «urbe» segura de Portugal, onde havia homens de rija têmpera, que aborreciam a subserviência e a corrupção.
Bibliografia:
- História do Portugal Restaurado, Francisco Xavier de Meneses (3º conde da Ericeira), vol. I, Lisboa, 1679.
- Estudos Eborenses, Gabriel Pereira, 1º vol., 2ª edição, Évora, 1947,
- Palácios Reais de Évora, Túlio Espanca, Évora, 1946.
- Da Toponímia de Évora, século XV, Afonso de Carvalho, vol., II, Lisboa, 2007.
- Monografia da Freguesia de Santo Antão, Joaquim Palminha Silva, edição da Junta de Freguesia de Santo Antão, Évora, 2009.
- História do Portugal Restaurado, Francisco Xavier de Meneses (3º conde da Ericeira), vol. I, Lisboa, 1679.
- Estudos Eborenses, Gabriel Pereira, 1º vol., 2ª edição, Évora, 1947,
- Palácios Reais de Évora, Túlio Espanca, Évora, 1946.
- Da Toponímia de Évora, século XV, Afonso de Carvalho, vol., II, Lisboa, 2007.
- Monografia da Freguesia de Santo Antão, Joaquim Palminha Silva, edição da Junta de Freguesia de Santo Antão, Évora, 2009.
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quarta-feira, 13 de março de 2013
FESTA FEIRA EM PORTEL
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quarta-feira, março 13, 2013
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segunda-feira, 4 de março de 2013
Peixe do Rio Volta à Mesa no Alandroal
Peixe do Rio Volta à Mesa no Alandroal IV Mostra Gastronómica em todo o Concelho até 10 de Março
O Município de Alandroal continua a sua forte aposta na promoção da tradição gastronómica do concelho ligada ao peixe do rio que, associada à inovação que as novas espécies que o Alqueva trouxe para a região e à criatividade dos restaurantes locais, tem permitido projectar o Alandroal como um destino gastronómico de eleição. Até aos dia 10 de Março de 2013, em todos os restaurantes, cafés e "tascas" aderentes, vai ser possível saborear o "peixe frito" e a "caldeta de barbo", mas também a carpa, o lúcio-perca e o sável, em receitas variadas e surpreendentes.
Para esta IV edição da Mostra Gastronómica do Peixe do Rio, o Município aposta na instalação de um "Welcome Center" no centro da vila de Alandroal, na Praça da República, onde os visitantes poderão encontrar toda a informação sobre a Mostra e sobre os produtos regionais do concelho, e onde se irão realizar workshops de culinária, momentos de degustação de produtos e de animação associada à cultura local.
Roteiros gastronómicos pelos estabelecimentos aderentes, "A Hora do Petisco", a inauguração de um novo percurso pedestre "Nas Margens do Alqueva", a realização de mercados de produtos regionais aos sábados, um concurso de pesca e um concurso de poesia de popular, com o peixe do rio como mote, são outros motivos de interesse para passar pelo concelho de Alandroal ao longo destes dez dias.
Luis Mourão, Chef Executivo da cozinha do restaurante "Divinus", do Convento do Espinheiro, é convidado nesta edição a trazer ao Alandroal a sua interpretação do peixe do rio. A merecer destaque está também a realização da tradicional "Caldeta para Todos", que este ano se realiza junto à aldeia de Rosário, nas margens de Alqueva, e irá encerrar esta IV Mostra do Peixe do Rio do Concelho de Alandroal.
In DIÁRIO DU SUL , 04-03-2013
In DIÁRIO DU SUL , 04-03-2013
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segunda-feira, março 04, 2013
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
BOAS FESTAS
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quarta-feira, dezembro 19, 2012
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domingo, 25 de novembro de 2012
Nota Histórica
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O Convento de Santa
Clara foi fundado no ano de 1452, pelo bispo de Évora, D. Vasco Perdigão, no
antigo Paço dos Falcões.
Sofreu estragos de
certa monta em Maio de1663, durante o cerco da cidade pelo exército castelhano
de D. João de Áustria, e no dia 1º de Dezembro de 1755, quando do terrível sismo
que destruiu Lisboa .
A comunidade religiosa
de Santa Clara foi a última, em Évora, a encerrar as suas portas, facto que se
verificou em 9 de Maio de 1903, por morte de Maria Ludovina do Carmo, única
freira então existente.
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![]() Santa Clara | ||
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No ano lectivo de
1968/69 foi criada a Escola Preparatória André de Resende, no edifício de Santa
Clara (funcionando em simultâneo com a Escola Industrial e Comercial, durante
dois anos), onde se manteve até 1978/79.
Em 1979, ocupando o
velho edifício conventual, foi criada a Escola Preparatória de Santa Clara que
passou a Escola Básica 2,3 de Santa Clara, no ano lectivo 1993/94.
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domingo, novembro 25, 2012
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domingo, 11 de novembro de 2012
APRESENTAÇÃO DE LIVRO
O nosso Amigo Manuel Luis Bárbara, vai efectuar lançamento editorial de livro por si escrito e intitulado:
“Contrabandistas do Tempo – O caso do Justinho”
Ao autor apresentamos as nossas felicitações e UM ABRAÇO de amizade
A Direção da Associação
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domingo, novembro 11, 2012
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Oficinas do Museu do Marceneiro
Móveis São Francisco promovem as Oficinas do Museu do Marceneiro
As Galerias de Móveis São Francisco, no âmbito das actividades do Museu do Marceneiro, estão a promover na Loja da República e no Salão de Exposições, junto à fábrica, em Évora, um conjunto de actividades que poderão passar por exposições, oficinas, visitas guiadas, palestras, programas de educação ou concertos.
A realização destes eventos decorrerá sempre na tarde do último Sábado de cada mês. Já estão programadas as primeiras sete actividades que irão decorrer no Salão de Exposições, junto à fábrica, entre as 15 e as 19 horas.
Entre Janeiro e Julho de 2012, o destaque vai para as Oficinas do Museu. A primeira tem lugar dia 28 Janeiro e será sobre envelhecimento de peças. Não sendo recomendado para antigüidades, através desta técnica podem conseguir-se maravilhas com um objecto adquirido numa loja de peças usadas ou numa peça comprada barata sem qualquer tipo acabamento.
Seguem-se outras actividades: Folhear a ouro (Fevereiro), Trabalho de torno (Março), Entalhamento em madeira (Abril), Gravação de ouro (Maio); Pintura à alentejana (Junho) e Pirogravura (Julho). A participação nestas oficinas é gratuita mas sujeita a inscrição prévia. Para inscrições e pedidos de informação poder-se-á utilizar o e-mail (galeriassfrancisco@gmail.com), os telefones 266 703 870, 266 761 399, ou o fax 266 761 650.
In http://imprensaregional.com.pt/diariodosul
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sexta-feira, janeiro 27, 2012
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
MUSEU DO MARCENEIRO
Alunos da Escola Secundária Gabriel Pereira visitam Museu do Marceneiro
A ideia de visitar o Museu do Marceneiro surgiu durante uma aula, disse Vítor Silva, o aluno que falou do interesse na visita, principalmente pelo "contacto directo com o ofício, ficando-se com uma ideia clara do trabalho em madeira". Já a aluna Ana Rebocho referiu que pela primeira vez esteve em contacto com muitas ferramentas que nunca tinha visto, bem como de técnicas de trabalho que desconhecia. Importante foi mesmo ter tido a "oportunidade de de ver algumas ferramentas a trabalhar", disse João Farias, também aluno.
Carmen Balesteros, a professora que acompanhou os alunos na visita guiada ao Museu do Marceneiro, explicou que a visita se integra na componente prática de contacto com a vida real que é desenvolvida no âmbito dos cursos profissionais, pensando sobretudo nas oportunidades de trabalho no futuro.
Depois da visita ficou o interesse dos alunos participarem nas Oficinas de trabalho do Museu do Marceneiro, que as Galerias de Móveis São Francisco irão promover na Loja da República e no Salão de Exposições, junto à fábrica, já a partir de Janeiro de 2012.
In http://www.imprensaregional.com.pt/diariodosul
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quinta-feira, janeiro 05, 2012
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